Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais

CemadenLogo

Em setembro de 2014, assumi o cargo de Tecnologista Pleno I – Padrão I no Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), vinculado diretamente à Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento (Seped).

O Cemaden foi criado em 2011 com a missão de desenvolver, testar, implementar e operar em regime contínuo (24/7) um sistema de previsão de ocorrência de desastres naturais em áreas suscetíveis de todo o Brasil.

O Centro possui a seguinte estruturação hierárquica, de acordo com seu Regimento Interno (RI):

  • I – Direção
    • I.a – Coordenação de Administração
    • I.b – Coordenação de Relações Institucionais
  • II – Coordenação-Geral de Operações e Modelagem
    • II.a – Divisão de Monitoramento e Alertas
  • III – Coordenação-Geral de Pesquisa e Desenvolvimento
    • III.b – Divisão de Desenvolvimento de Produtos Integrados

Estou lotado na Coordenação-Geral de Pesquisa e Desenvolvimento (CGPD), e em atendimento ao Art. 14 do RI atuo diretamente no desenvolvimento tecnológico de diversos produtos dentro do Centro.

Nestes meses iniciais de Cemaden, fico muito contente em poder trabalhar em uma atividade que tem retorno direto e muito rápido à sociedade, seja no desenvolvimento de programas, seja na manutenção de equipamentos em campo (o que já fiz de bom grado).

Agora é torcer para que o governo apoie constantemente o Centro para que a sua missão seja cumprida com sucesso, visando sempre o bem da sociedade.

Filiação ao SindCT

LogoSindCT

 

Este mês eu consolidei minha filiação no Sindicato Nacional dos Servidores Públicos Federais na Área de Ciência de Tecnologia do Setor Aeroespacial (SindCT).

Apesar do Cemaden não ter atuação direta no Setor Aeroespacial, como diz o nome completo do SindCT, este sindicato possui mais de 25 anos de experiência na representação dos colegas servidores públicos federais do INPE e do DCTA aqui em São José dos Campos.

A alternativa seria a filiação na Associação dos Servidores do MCTI (ASCT), mas a área de atuação da ASCT é mais focada em Brasília.

Sendo assim, junto-me às fileiras do SindCT e já deixo claro meu objetivo final: Fortalecimento da carreira de C&T no Brasil!

O Ubuntu sempre volta

Eu até tentei. Formatei meu velho netbook, um Acer Aspire AOA110, que sempre teve Ubuntu e fiquei por algum tempo com o Debian, mas mesmo assim o bom e velho (na última versão) Ubuntu voltou!

Acer Aspire One AOA110Ubuntu

 

😛

Trackballs at work

Hoje posso me considerar, definitivamente, um fã nato de trackballs. Uso no dia a dia para trabalhar, seja no Linux ou no Windows (na hora da diversão só com o meu Razer Orochi mesmo :-).

Comprei meu primeiro trackball por volta de 2007, no primeiro ano de meu doutorado. Meu primeiro foi o Logitech Trackman Marble, trackball de entrada que achei em um grande supermercado de rede. Um ano depois importei o supremo, excelente, inigualável, top de linha, Logitech Cordless Optical TrackMan, meu favorito! Cheio de botões e recursos extras! E finalmente, para completar a coleção, recebi hoje (28/08/2014) o novo membro da família, o intermediário Logitech Wireless Trackball M570, o único que utiliza a tecnologia Logitech Unifying.

logitech-trackman-marble logitech-wireless-trackball-m570 logitech-cordless-optical-trackman-t-rb22

 Bom, já está claro que só tenho trackballs da Logitech, mas de qualquer forma, ótimos para trabalhar!

Um ótimo comparativo entre trackballs pode ser visto aqui.

Detalharei depois meu gaming gear.

De volta ao blog

Long time no see

Depois de algum tempo de blogar, vamos pegar no batente novamente para tentar manter a atualização dos trabalhos sempre on-line.

A maior novidade para o ForestWatchers é a sua nova interface, desenvolvida especialmente para lançamento no 3rd Citizen Cyberscience Summit.

Nos próximos posts, tentarei detalhar mais sobre a nova interface.

Agora, estou escrevendo o artigo de publicação. Fingers crossed!

Redução na Complexidade de Espaço

Implementei hoje algumas modificações nos meus códigos de aplicação da rede neural e da construção da imagem classificada que possibilitaram uma redução significativa na complexidade de espaço necessária para a execução dos mesmos!

Creio que a redução foi na ordem de:

O(n) –> O(1)

!!!!!!!!!!!!!!

E levando em consideração que n é o número de pixels da imagem, essa modificação foi muito bem vinda!

😛

Comparando resultados da RNA com PRODES

Nos últimos dias tenho trabalhado em scripts (em Python) para a comparação dos resultados gerados pela aplicação da Rede Neural Artificial versus os números disponibilizados pelo PRODES.

Além de comparar quantitativamente os números, também estou gerando uma imagem de diferenças, para uma avaliação mais qualitativa dos resultados.

Um problema encontrado, que sequer havia sido cogitado, mesmo nas entrevistas com os especialistas da Divisão de Processamento de Imagens do INPE, é a diferença do tamanho do pixel nas imagens da NASA.

Como assim diferença de tamanho? O pixel é a unidade básica que compõem uma imagem digital. Como pode haver diferença de tamanho?!?!

Bom, a diferença de tamanho se dá nas informações sobre o georreferenciamento da imagem. Quando eu digo diferença de tamanho, quero dizer que há uma diferença no tamanho projetado de cada pixel na superfície terrestre. Mesmo que os produtos da NASA sejam os mesmos (os subsets Rapid Response LANCE-MODIS), com as mesmas resoluções, os arquivos georreferenciados (GeoTiff) não possuem o mesmo tamanho de pixel! Mesmo que a projeção e todas as informações do DATUM sejam os mesmos, o tamanho do pixel não é!

Com a identificação deste problema pude fazer uma reprojeção dos resultados do PRODES e fazer uma comparação correta entre as imagens, mas antes disso os números estavam muito ruins.

Ainda desconheço a razão desta diferença, porém entendê-la, e principalmente saber que ela existe, é passo crucial para fazer uma comparação justa entre os resultados obtidos da aplicação da Rede Neural em uma imagem de um determinado subset e compará-lo com os resultados do PRODES.

Bom, vejamos como serão os próximos capítulos.

🙂